Memórias
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A Pedra
Neste poema de José Fanha, a pedra torna-se um símbolo de transformação e renascimento. O autor explora, de forma profunda e sensível, o processo criativo que envolve a moldagem da matéria bruta, onde cada gesto revela uma busca incessante por formas e significados. Através da pedra, Fanha exprime a sua necessidade de tocar a perfeição e de dar forma a um mundo interior, tecendo palavras, sentidos e afetos que desbravam novas geometrias de criação.
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As Pinturas de Isabel
As pinturas de Isabel Bomba executadas a óleo sobre tela de linho, levam-me a pensar que podiam ter sido doze pedaços arrancados a qualquer espaço galático, onde se devem produzir e reproduzir multidões de estruturas análogas.
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Azul
Entre o infinito do céu e a vastidão do mar, Isabel Bomba encontrou no azul a sua maior inspiração. Era no abraço das tonalidades, no diálogo silencioso entre o horizonte e as ondas, que ela deixava a sua alma flutuar. Este poema, nascido do coração, reflete a essência da sua ligação ao azul – uma cor que a envolvia e a acompanhava, tornando-se palco dos seus sonhos e criações.
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Retrospetiva
Percorrer os itinerários que nos propõe a obra de Isabel Bomba é conduzir-nos a uma viagem pelo imaginário pictórico do olhar feito cor, onde os fragmentos de memórias várias rasgam espaços de luz branca, registando, numa dança de manchas, a transparência dos sentidos.
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Sobre a pintura da Isabel
As pinturas de Isabel Bomba executadas a óleo sobre tela de linho, levam-me a pensar que podiam ter sido doze pedaços arrancados a qualquer espaço galático, onde se devem produzir e reproduzir multidões de estruturas análogas.
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Sol e sombras
Sol e sombras, frágeis cristais rasgando impetuosos a tela nua, como punhais. Amansar de ilusões que, ora matam e aprisionam o artista, ora o libertam feito ave rasgando o ar.